Mendoza é conhecida na Argentina como a capital dos vinhos e atrai gente de todo o mundo para conhecer suas vinícolas ou como dizem por aqui: bodegas. Mas nem só dessa indústria vive a província. A agricultura, petróleo e o turismo também movimentam sua economia. E foi pra aproveitar da última que resolvi revisitar a capital da província, também chamada de Mendoza. Já havia ido à Mendoza em 2010 com um grupo de 2 amigos mais (em uma viagem que pretendo descrever aqui no blog) e no final de 2015 decidi aproveitar um feriado pra viajar até lá com a patroa. Pra quem deseja conhecer Mendoza há que levar em conta que tanto pela latitude quanto pela altura essa é uma cidade que tem as 4 estações bem definidas. Pra quem viaja no verão há muitas atividades legais nos rios e parques da cidade. E pra quem vai no inverno há 2 estações de ski na província: Penitentes e Las Leñas e também alguns parques de neve. E para os mais aventureiros em Mendoza está o pico mais alto do mundo fora da cordilheira do Himalaia: o Aconcágua, na cordilheira dos Andes.
Nos hospedamos no Hostel Internacional en Mendoza. Gostei bastante do lugar pelo social e pela localização. O albergue conta com habitações pra dividir ou para casais e a única crítica que tenho ao lugar era o quarto para casal que parecia uma caverna de tão escuro. O albergue organizava muitas atividades com os hóspedes como asados (churrascos) e outros jantares que seguiam até tarde. Dica importa pra quem for viajar por lá: o albergue não aceita cartão assim como grande parte dos comércios e hotéis da Argentina. Pra aproveitar todos os dias que tínhamos disponíveis decidimos viajar em ônibus leito noturno desde Neuquén e chegamos por lá durante a manhã bem cedo. O ponto negativo é que dessa maneira perdíamos a comodidade do carro, mas ao menos não perdíamos um dia para ir e outro para voltar. Fizemos o check-in e saímos à tomar café da manhã no centro da cidade enquanto esperávamos para começar um passeio com um ônibus que nos levaria a duas vinícolas e uma fábrica de azeite de oliva. A manhã estava nublada e caia uma chuva bem fina por isso logo voltamos ao albergue.
Nos hospedamos no Hostel Internacional en Mendoza. Gostei bastante do lugar pelo social e pela localização. O albergue conta com habitações pra dividir ou para casais e a única crítica que tenho ao lugar era o quarto para casal que parecia uma caverna de tão escuro. O albergue organizava muitas atividades com os hóspedes como asados (churrascos) e outros jantares que seguiam até tarde. Dica importa pra quem for viajar por lá: o albergue não aceita cartão assim como grande parte dos comércios e hotéis da Argentina. Pra aproveitar todos os dias que tínhamos disponíveis decidimos viajar em ônibus leito noturno desde Neuquén e chegamos por lá durante a manhã bem cedo. O ponto negativo é que dessa maneira perdíamos a comodidade do carro, mas ao menos não perdíamos um dia para ir e outro para voltar. Fizemos o check-in e saímos à tomar café da manhã no centro da cidade enquanto esperávamos para começar um passeio com um ônibus que nos levaria a duas vinícolas e uma fábrica de azeite de oliva. A manhã estava nublada e caia uma chuva bem fina por isso logo voltamos ao albergue.
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